Bandeira Vermelha e Negra da FASP

Bandeira Vermelha e Negra da FASP
Bandeira da Federação Anarquista de São Paulo

A Confederação

" Quando a Confederação chegar nenhum muro, casa, apartamento, Status Cow, propriedades, radicais e trabalhos vão separar você de você que sera o carrasco e a vitima de você mesmo.
Por tanto se amem e sejam felizes, pois os bons frutos seram multiplicados e os maus frutos serão punidos em meu jardim.
Estou cansado de ganhar almas de Ingratos que ganharam tudo isto aqui e me prodizem maus frutos no paraizo. "

The Proibid

A Coluna Anarquista Organicista

A Federação Anarquista é a Espinha Dorsal do Anarquismo

terça-feira, 31 de julho de 2012

Autonomismo = Altonomismo




... " O Exercito de um Homem só, todos por Edward " ...




O Altonomismo ou o Alto que nomeia em trocadilho na dica do diabo que da os toques na figura do mauricinho mestre Cebolinha ao Autonomismo Politico de Militância Revolucionaria Anarquista.
O Autonomismo se caracteriza hoje pela relação direta entre o comerciante e o produtor sem a figura do intermediário reduzindo o preço final ao consumidor. A união entre o Produtor e o Comerciante se estabelece em interesse econômico de 50% a cada parte associada ou seja o produtor arca com a produção e os gastos pertinentes a matéria prima e o comerciante arca com os gastos pertinentes a comercialização e alugueis.
Alguns ressem chegados ao autonomismo não compreendem a politica associativa onde um é patrão do outro ou então a figura do patrão não existe e ainda se encontra a estranheza de alguns artesãos em ainda entender porque o comerciante ganha o mesmo que ele que produz. Porem no final do investimento o produtor esta com o dinheiro e o comerciante esta somente com o material produzido, sendo que o dinheiro o produtor escolhe onde investir, mais o comerciante só tem o produto para recuperar o investimento e ganhar dinheiro.
As leis brasileiras facilitam a micro empresa e politicas de alíquotas zero ao pequeno empreendedor. Porem o que interessa ao Anarquismo criando estes postos de trabalho não é só de criar um nível econômico Anarquista e sim de construir uma estrutura de redes de produtores e consumidores e ai o espaço associado do comerciante Espartano a Utopia Anarquista se materializa com experiencias existentes de qualidade realista longe da Utopia que fica distante da pratica revolucionaria.
O autonomismo se qualifica com isto na lei religiosa do talião "Olho por Olho, Dente por Dente", eu ganho como você ganha em igualdade de divisão econômica e cada um com autonomia administrativa arca com as despesas de seu setor econômico sem ter o direito de interferir ou mandar no trabalho do outro e assim o Autonomismo se aproxima do Anarquismo retirando a figura da hierarquia do trabalho e dividindo direitos e deveres iguais sem a figura da autoridade.
O problema que passam os autonomistas é com as figuras do locatário ou de coordenadores em espaços coletivos alugados, esta situação de classe resgata a figura de J. Prodhon sobre a questão da propriedade e resgata uma nova Luta de Classes onde o Contrato Social é pivô de processos jurídicos que deixam em evidencia um setor parasita que lucra com o trabalho dos demais sem sequer trabalhar um único dia e ganhando de 50% dos 50% do ganho do comerciante para muito mais ladroagem parasita capitalista, colocando em Cheque Mate o Mau do roubo e de frente um para o outro; o trabalhador versus o parasita capitalista.
Jessus Cristo ao expulsar os comerciantes do templo deixou claro e em evidencia que neste espaço a figura daquele que não divide o pão existe na figura do aproveitador capitalista que ganha muito mais que o trabalhador sem nada fazer.
O autonomismo passa por um maior problema ganhando o direito de ser seu próprio patrão, mais perdendo direitos de ganhar muito mais em uma empresa trabalhando muito menos e tendo direitos trabalhistas garantidos pela lei, sobrando a luta contratual como manda a lei qual os locatários de espaços coletivos não respeitam e se acham na função de coordenadores o novo patrão destes trabalhadores mandando e desmandando nos fazeres destes e muitas vezes fazendo chantagens econômicas e não pagando rescisão contratual ou não devolvendo cheques assinados e desconsiderando a posse destes documentos privados, desrespeitando o direito privado e ético da relação com a autonomia dos trabalhadores.
Outro problema nesta nova Luta de Classes é a terceirização que resgata a figura do intermediário parasita como o patrão do esquema do serviço ou do repasse do esquema de contratos injustos aos direitos trabalhistas.
O problema mais gritante é a escravidão de carga horaria excessiva de 12 horas a 18 horas não pagas as horas extras dia de velhos e crianças trabalhando em Templos ao Comercio como no caso dos Shopping Center's de São Paulo.
O Autonomismo hoje soma com a luta dos camelos em espaços públicos como ruas e praças, porem esta situação de ilegalidade arrocha a cara destes e gera uma onda Punk cantando a Revolução a São Pedro como o aviso aos navegantes deste tiro na testa de Santa Rita de Cassia  da Resistência Popular Paulista.
A perspectiva do Autonomismo é no momento de conquistar espaços colaborativos uma nova especie de autonomia cooperativista de ajuda mutua antes deste ciclo econômico se fechar. Ou seja ganhar recursos econômicos antes da cobra morder o próprio rabo, porque o filho da luta entre Capitalismo e Comunismo nasceu arrochado e se chama Comunismo Monetário.
Fomos jogados na Resistência sem muito tempo para sonhar com os objetivos de longo prazo da Utopia Anarquista, se vimos na contradição da estrela Vermelha e Negra de CHE, nesta 12º Internacional ou a chamada Internacional Autonomista. Nos sobra agora dizer a ordem:
Ocupar, Resistir e e Produzir !


... " Viram exércitos em meu nome " ...



Texto: 
Eduardo Preto 
Secretario Geral da Federação Anarquista de São Paulo

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